Google+ Confraria do Bruxo: Abril 2013

domingo, 28 de abril de 2013

Mediunidade Em Benefício do Próximo! É Dando Que Se Recebe!


“Sou muito doente e os médicos não descobrem o que tenho”.
“Meu humor é muito instável. Acordo de manhã bem humorado e à tarde fico depressiva sem uma causa aparente”.
“Sinto dores pelo corpo que se manifestam ora em um lugar, ora em outro”.
“Minha vida está emperrada, não flui em todos os aspectos: afetivo, financeiro-profissional, familiar, saúde, etc.”.
“Sinto medo, insatisfação, calafrios constantes, não durmo direito, de repente tenho vontade de chorar sem um motivo que justifique”.
“Saio de casa bem e, ao entrar em algum lugar, sinto indisposição, vontade de sair correndo ou de dormir”.
“Saio fora do ar (transe mediúnico) , perco contato com a realidade e, quando volto à consciência, não me lembro do que fiz ou o que aconteceu”.

Esses e outros problemas são as queixas mais comuns de pessoas com mediunidade, uma sensibilidade aflorada.
Em verdade, todas as pessoas têm alguma sensibilidade (embora muitas não tenham consciência do fato), percebem, captam mensagens (muitas vezes sutis), tanto dos encarnados como dos espíritos.
Sentir raiva, tristeza, depressão, ansiedade, angústia, sem motivo aparente, podem indicar absorção de energias negativas vindo tanto de encarnados como de desencarnados.
Os espíritos desencarnados existem e interferem em sua vida mesmo que você não acredite neles.
Neste aspecto, todos somos médiuns (uns mais, outros menos), canais das forças espirituais (bons ou maus espíritos).

No entanto, há médiuns que têm uma sensibilidade mais aguçada em que isso se torna mais evidente, gerando perturbações de difícil diagnóstico, que podem manifestar-se em sintomas de doenças, cuja causa os médicos não conseguem descobrir.
Há também aqueles com inúmeros problemas de ordem emocional, financeiro, profissional, afetivo, familiar, etc., que se procurarem um terapeuta (psicólogo ou psiquiatra) que não tenha experiência e qualificação para tratá-los, poderão até agravar os seus problemas.
Desta forma, quem tem uma mediunidade aflorada (ou em vias de tê-la) precisa ser bem orientado e assessorado; caso contrário, a abertura de sua sensibilidade pode acarretar um desequilíbrio grande em sua vida.

Por outro lado, bem orientado, o contato com os espíritos superiores colocará novas lentes em seus olhos, lucidez e serenidade em seu coração.

O mentor espiritual (espírito superior responsável pela nossa evolução espiritual) de cada médium (paciente) é quem deve orientá-lo acerca da causa de seus problemas e sua solução, bem como sobre seu propósito de vida (missão de vida), lições que precisa aprender nesta encarnação por ser responsável pela evolução espiritual do paciente. Portanto, por conhecê-lo profundamente, pois vem acompanhando-o em várias encarnações, é a pessoa (espirito) com mais autoridade e conhecimento para orientá-lo melhor. A mediunidade abre as portas da espiritualidade, e quando um médium é bem orientado torna-se um canal dos espíritos superiores, e isso traz alegria e bem-estar ao próximo bem como ao médium.

Antes de reencarnar, muitos médiuns firmaram o compromisso com os espíritos superiores para se tornarem instrumentos da espiritualidade.
Por isso, seus corpos físicos foram preparados no Astral para se ligarem com os espíritos superiores e se tornarem um canal através do qual as energias divinas circulem e aliviem os sofrimentos alheios. Essa é a tarefa dos médiuns.
Todavia, se o médium se recusa a assumir essa tarefa de se comunicar com os espíritos para aliviar os sofrimentos alheios, quanto maior for sua resistência, maiores e mais difíceis serão sua provas. No início há um chamamento suave – os espíritos superiores dão alguns toques para que o médium desperte para o seu verdadeiro propósito de vida. Mas, se resiste, recusa a assumir o compromisso firmado, o cerco vai apertando, colocando em seu caminho experiências mais duras, acarretando em sua vida problemas de toda ordem.

Esses pacientes são intuídos pelos seus mentores espirituais a me procurarem, por conta da dificuldade destes se comunicarem diretamente com os seus pupilos, e orientá-los acerca de suas missões nesta encarnação.

Neste aspecto, na T.R.E. (Terapia de Regressiva Evolutiva), o papel do terapeuta é servir de ponte, ou seja, buscar abrir o canal de comunicação entre o paciente e seu mentor espiritual.
A seguir, veja o caso de uma paciente que sofria de Síndrome da Fadiga Crônica (cansaço excessivo) por não estar doando, circulando sua energia através da cura das mãos.

Caso Clínico: Síndrome da Fadiga Crônica.
Mulher de 32 anos, solteira.

Paciente veio ao meu consultório por se sentir desvitalizada, fraca, desanimada, sem ânimo pela vida.
Mesmo se alimentando corretamente, sentia uma falta de energia grande.
Do ponto de vista orgânico fez todos os exames necessários, mas não apresentou nenhuma anomalia. Os médicos diagnosticaram esse cansaço excessivo como Síndrome da Fadiga Crônica.
Quando fazia exercício físico ficava mais cansada ainda por conta dessa falta de energia. Precisava repousar para se recuperar. Sentia-se como uma “folha morta” (sua energia estava estagnada).
Sentia-se também como uma “esponja” – Quando freqüentava um lugar de muita gente, passava mal porque absolvia a energia do ambiente, das pessoas.
As extremidades de suas mãos e pés estavam sempre geladas (é um dos sintomas da mediunidade).

Ao regredir me relatou:
Vejo um homem de cabelo grisalho, barba branca, usa uma túnica também branca; está bem na minha frente, aqui no consultório”.

- Pergunte-lhe mentalmente quem é ele? (a comunicação com um espírito se dá mentalmente, intuitivamente).
Vem em pensamento, intuitivamente, que ele é o meu mentor espiritual.
Ele diz que estou desvitalizada, sem energia porque não estou exercendo a minha mediunidade. Fala que tenho que usar as minhas mãos para cura, trabalhar com as mãos. Diz ainda que no fundo – a minha alma sabe – que eu sei dessa minha missão, mas que não coloco em prática”.

- Pergunte ao seu mentor por que você não coloca em prática?
Diz que é por comodismo.
Esclarece que não tenho nada fisicamente, é tudo espiritual. Esclarece ainda que antes de encarnar na vida atual, no astral, foi combinado de comum acordo com os espíritos superiores, que eu iria reencarnar e usar a minha mediunidade de cura através das mãos para beneficiar as pessoas que prejudiquei numa vida passada (paciente usou a energia divina de forma errada prejudicando muita gente).
Desta forma, ao ajudar essas pessoas, não só estou resgatando um débito cármico que tenho com elas, como também circulando a minha energia. E, se eu não circular, doar a minha energia, ela fica estagnada, e isso gera a desvitalização, a falta de energia, o entusiasmo pela vida.
Diz ainda que esse trabalho, a T.R.E., veio a confirmar que tenho que usar a minha mediunidade, beneficiando as pessoas.
Comenta que vim adiando essa missão por ter atitudes egoísticas – falo uma coisa e ajo de outra maneira, ou seja, só penso em mim.
Cita a máxima bíblica: “É dando que se recebe”. Portanto, pede para doar o meu tempo e energia ao próximo. Com isso, vou me revitalizar, sentir que a energia divina é muito forte.
Ele está me parabenizando pela minha busca, por ter chegado até aqui nessa terapia. Fala que tentou de várias formas se comunicar comigo, mas eu não estava aberta.
Por isso, me intuiu para que viesse ao senhor e passasse por essa terapia. Só assim foi possível se comunicar diretamente comigo. Ele agradece ao senhor como canal, pela comunicação que houve entre nós. Diz que está muito contente por ter se comunicado comigo. Estou lhe agradecendo emocionada (paciente chora) por ter me orientado em relação à minha missão (é importante dizer aqui que, por conta do “véu do esquecimento” do passado, que nós encarnados esquecemos as lembranças reencarnatórias e o período que ficamos no astral quando éramos espíritos).

O meu mentor espiritual esclarece ainda que serei intuída por ele no momento e no lugar certo para beneficiar as pessoas com a minha mediunidade de cura. Ele está agora se despedindo de mim, indo embora em direção a uma luz grande e intensa”.


Abraços Fraternos,
Bruxo Branco

Fonte: Livro”Experiências de Regressão” - Osvaldo Shimoda
Terapeuta, criador da Terapia Regressiva Evolutiva (TRE), a Terapia do Mentor Espiritual.

domingo, 21 de abril de 2013

Nunca Duvide de Sua Mediunidade! Ela não Duvida de Você!


Por que vivo doente?
Em todos os lugares que freqüento, as pessoas me dizem que preciso desenvolver a minha mediunidade!
Por que passo mal em ambientes de muita aglomeração, como shopping, cinema, shows?
Por que desde criança sinto muita tristeza, choro do nada, sem um motivo que justifique?
Por que o meu humor é instável, muda subitamente, como o tempo de São Paulo?
Por que as minhas mãos e os pés estão sempre gelados, e sinto muito sono e fraqueza?
Por que a minha vida está bloqueada, nada flui?

A maioria das pessoas com essas e outras queixas, na verdade, são médiuns ostensivos (aqueles que servem de intermediário entre os espíritos desencarnados e os encarnados).

Não obstante, devido ao desconhecimento, despreparo, preconceito e ignorância a respeito da natureza espiritual do ser humano, a nossa sociedade ocidental materialista e tecnicista ainda ignora ou desqualifica a mediunidade, não a vendo como um fenômeno natural, inerente ao ser humano. Se de um lado a ciência médica e psicológica busca tratar o paciente médium apenas com medicamentos por se basear num modelo fisicista, organicista, cerebrocêntrico, vendo-o como um fenômeno físico-químico, ignorando sua mediunidade, do outro lado, muitas religiões mistificam-na, atribuindo-a ao diabo ou a satanás.

Há ainda os charlatães, os oportunistas, os inescrupulosos, que se aproveitam da fragilidade, vulnerabilidade que se encontram os médiuns desajustados, em desequilíbrio, para explorá-los financeiramente. No meu entender, a saúde é fruto de um organismo em equilíbrio energético, enquanto a doença seria conseqüência do rompimento desse equilíbrio.

Por isso, concordo plenamente com o que disse sabiamente o Dr. Pierre Weil – grande expoente e divulgador da Psicologia Transpessoal no Brasil (a psicologia transpessoal é considerada a 4ª força dentro da psicologia, depois da psicanálise, behaviorismo e psicologia existencial) – sobre os médiuns: Eu tenho a impressão de que os sensitivos e os médiuns são pessoas que têm uma verdadeira aptidão e vocação para curar os outros, e que o fato de captar doenças dos outros reequilibra o seu próprio sistema energético. Deixando de fazê-lo, desajustam-se do mesmo modo que um grande pianista ou pintor se desajustaria se deixasse de praticar a sua arte.

Não é à toa que muitos pacientes médiuns que vêm ao meu consultório, rotulados equivocadamente pela psiquiatria de doentes mentais, esquizofrênicos, borderline, psicóticos, bipolar, transtorno de pânico, depressivos, etc., após passarem pela TRE (Terapia Regressiva Evolutiva) – A Terapia do Mentor Espiritual – Abordagem psicológica e espiritual breve, criada por mim, transformam-se em médiuns equilibrados, resgatando seu equilíbrio biológico, psicológico, social e espiritual.

Veja, a seguir, o caso de uma paciente que duvidava de sua mediunidade, sofria de depressão desde criança, e veio a descobrir nessa terapia, a TRE, que a causa de sua depressão advinha do fato de não estar doando energia como médium de incorporação.

Caso Clínico: Depressão
Mulher de 45 anos, viúva, dois filhos.

A paciente veio ao meu consultório dizendo que desde criança sentia uma tristeza profunda, doída, chorava muito, mas sem um motivo que justificasse.
Os psiquiatras a diagnosticaram como uma paciente depressiva. Tomava antidepressivo, mas, segundo a paciente, ao invés de melhorar, sua tristeza havia agravado ao passar dos anos. Ela me relatou que tinha uma irmã gêmea, e que veio a falecer aos dois anos de idade.

Queria saber também qual era o seu verdadeiro propósito de vida, bem como o seu caminho espiritual, pois quando freqüentava um centro espírita passava mal. Todas as casas espíritas que passou lhe diziam que precisava trabalhar como médium de incorporação, e que sua depressão era porque não estava desenvolvendo sua mediunidade.

Não obstante, duvidava de sua mediunidade, não queira exercê-la, pois tinha medo de errar e vir a prejudicar as pessoas como médium. Queria entender também por que suas mãos ficavam sempre geladas, a mão direita tremia constantemente, e sentia muito sono e fraqueza.
Por fim, era revoltada por não ter tido a chance de estudar, não prosperava, só tinha perdas (chegou a perder um apartamento e um carro), e vivia da pensão do marido falecido.

Após passar pela 1ª sessão de regressão, na 2ª sessão, ela me relatou: Tem um ser espiritual… Sinto-o bem próximo de mim (paciente geme e se contorce – estava incorporando esse ser espiritual).

- Você pode se identificar? – Pergunto ao ser espiritual.
"Eu preciso trabalhar, mas ela (paciente) não me deixa (fala alto e irado). Por isso que eu judio dela… Preciso ajudar as pessoas, mas ela não deixa que eu incorpore nela. Ela tem que dar passagem (incorporar) não só para mim, mas para os outros seres. Falaram numa casa espírita para ela só trabalhar com os seres iluminados, mas não vou aceitar isso (fala com muita raiva). Ela sabe que eu tenho que trabalhar, ela sente, mas não aceita trabalhar com os seres das trevas. Aí a gente fica perto dela, suga sua energia. Foi feito um acordo quando ela estava com a gente aqui nas trevas, que quando reencarnasse iria nos ajudar, trabalhando com a gente… Ela era um dos nossos, reencarnou para nos ajudar. O acordo era para ela trabalhar primeiro com os seres das trevas, depois com os seres de luz. (pausa)."

"O tremor que ela sente na mão direita vem da preta velha, sua guia espiritual. Eu já tive uma encarnação onde vim todo torto, aleijado (o corpo da paciente fica todo contorcido).
Aqui é escuro demais, ainda estou lá no fundo, nas trevas… A tristeza que ela sente desde criança é minha, mas ela não acredita. O choro dela também é meu, pois encosto nela (o ser das trevas fala com raiva, chorando muito). Se ela nos ajudar, vamos também ajudá-la”.

Na 3ª e última sessão, a paciente me disse: “Vejo uma mulher loira, de branco. Ela é alta, magra, usa um roupão longo que vai até os tornozelos (é a vestimenta comum dos seres de luz).
Ela é alegre, sorridente, transmite muita paz , serenidade… Sinto uma corrente de arrepio dos pés à cabeça. Essa moça está dançando, roda alegremente, como se tivesse brincando”.

- Pergunte em pensamento quem é ela? (a comunicação com os seres espirituais, seja da luz ou das trevas, dá-se em pensamento, telepaticamente, de forma intuitiva).
“Diz que é a irmã gêmea, que desencarnou quando tinha dois anos… Ela pede para mandar uma recado à minha mãe, que ela a ama muito e que está sempre me ajudando, pois é a minha orientadora, mentora espiritual. Pede também para eu não duvidar de minha missão”. (pausa).

- Qual é a sua missão?
“É trabalhar ajudando o meu próximo, servindo de instrumento dos seres espirituais como médium de incorporação. Diz também que como médium, a preta velha é a minha principal guia. Fala que preciso ajudar àqueles seres das trevas, através da incorporação. Revela que como estou atrasada em meus trabalhos mediúnicos, vou ter que trabalhar com os dois lados (seres das trevas e da luz).
Revela ainda que vou precisar trabalhar num centro de candomblé, que os seres de luz irão me ajudar a escolher o lugar certo. (pausa).
Eu lhe pergunto por que ela me deixou?
Diz que era o tempo dela, que assumimos um compromisso no astral de ficarmos juntas até os dois anos na vida atual, e após esse tempo, ela iria desencarnar para depois ser a minha mentora espiritual. Afirma que nunca me deixou, que está sempre me amparando… Sinto um arrepio no corpo todo, uma corrente de energia”.

- Pergunte-lhe o que seria essa corrente de energia?
“Diz que tenho muita energia, e que por isso, preciso doá-la ajudando as pessoas, através da mediunidade de incorporação”.

- Pergunte-lhe por que você duvida de sua mediunidade?
“Diz que tenho medo de errar e voltar às trevas”.

- O que pode acontecer caso você não trabalhe como médium?
“Fala que vou desencarnar e voltar às trevas”.

- Pergunte à sua mentora espiritual por que você não prospera e não pode concluir os seus estudos?
“Ela fala para não ficar chateada porque se eu estudasse não iria cumprir minha missão como médium, pois só iria me preocupar em ganhar dinheiro. Ela me lembra que nada ocorre por acaso. (pausa).
Eu lhe pergunto por que tenho resistência em orar?
Ela diz que são os seres das trevas me atrapalhando. Eles ficam com raiva porque quero rezar e eles não querem. (pausa). Ela confirma que essa tristeza profunda e o choro que vem do nada – desde criança –vem daquele ser das trevas, mas afirma que tudo isso vai acabar quando eu começar a trabalhar como médium de incorporação. Minha mentora espiritual fala: – Minha irmã, você foi muito alertada para trabalhar como médium de incorporação!”.

- Pergunte-lhe de onde vem sua resistência em assumir sua mediunidade?
“Diz que vem do medo de errar, de assumir responsabilidade como médium. Mas ela pede para não ter medo porque os mentores de luz estão sempre me ajudando.
Afirma que os seres das trevas que vou incorporar no centro de candomblé são homens e mulheres, mas que os mentores de luz vão estar acompanhando, observando tudo. Diz que a minha preta velha também vai me ajudar nesse trabalho”.

- Para finalizar o tratamento, pergunte à sua mentora espiritual se você terá que voltar mais para frente a essa terapia?
“Fala que não vou ter tempo para vir novamente a essa terapia, pois vou trabalhar muito como médium. Diz que já descansei muito.
Pede para não duvidar, que vou ter ainda muitas lágrimas de felicidade. Essa dúvida vem também da influência que tenho dos inimigos das trevas que não querem que eu ajude àqueles seres das trevas, bem como os encarnados. Há uma guerra entre eles para não perder seus soldados. Ela pede também para eu ser forte, que vou ainda fazer uma trabalho muito bonito. Ela me abraça, pede para ficar em paz, agradece o senhor, fala que o senhor é muito iluminado… Ela se despede, está indo embora”.


Abraços Fraternos,
Bruxo Branco

Fonte: Livro”Experiências de Regressão” - Osvaldo Shimoda
Terapeuta, criador da Terapia Regressiva Evolutiva (TRE), a Terapia do Mentor Espiritual.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Você resiste à sua mediunidade?


Você é instável emocionalmente – muda de humor com freqüência – sem um motivo que justifique?
Sente dores constantes pelo corpo, que mudam de lugar?
Doenças, cuja causa o médico não encontra?
Sente medos, insatisfação, vontade de chorar, tristeza, vazio sem causa aparente?
Sua vida não flui, está truncada – tem bloqueios afetivo, financeiro – profissional e de relacionamento?
Todos esses problemas podem ser indícios de mediunidade.

Em verdade, a mediunidade faz parte da natureza humana – somos todos médiuns, uns mais desenvolvidos, outros menos.
Por ser uma condição natural do ser humano, a mediunidade deveria ser estudada com seriedade pela ciência oficial (Psicologia e Psiquiatria) por provocar – quando o médium não é bem assistido, orientado – distúrbios psíquicos, psicossomáticos, orgânicos (cuja causa a medicina não encontra) e de relacionamento interpessoal (conflitos conjugais, familiares, sociais e no trabalho).
Somos canais do mundo espiritual – captamos energias positivas ou negativas dos espíritos de luz ou das trevas, de acordo com os nossos padrões de pensamento, sentimentos e atitudes.
Neste aspecto, os espíritos desencarnados influenciam as nossas vidas muito mais do que podemos imaginar.

Bons ou maus pensamentos, sentimentos e atitudes que cultivamos no nosso dia-a-dia podem vir sob influencia de espíritos desencarnados amigos ou inimigos (obsessores do passado).
Tenho escrito nos meus artigos que 95% de meus pacientes apresenta uma interferência espiritual obsessora como causa de seus problemas emocionais, amorosos, familiares, sociais, de saúde, profissionais e financeiros. Explica, desta forma, o por que suas vidas estarem complicadas, truncadas.
Apesar de a mediunidade fazer parte da natureza do homem e, portanto, não há nada de sobrenatural, esse assunto ainda é tratado por muitos com preconceito, temor ou reserva.

“Num centro espírita já me falaram que por ser médium preciso desenvolver a minha mediunidade, mas não quero”.

É comum ouvir esse comentário. No entanto, não querer desenvolver a mediunidade me faz lembrar um comentário de meu filho – na ocasião tinha oito anos – que me disse que não queira crescer, ficar adulto por não querer assumir responsabilidade.
Ora, crescer é um processo natural do homem, o mesmo ocorrendo com a mediunidade.
Mas, se o médium resiste em trabalhar sua mediunidade, a vida tem seus próprios meios de fazê-lo expandir a sua consciência, muitas vezes de forma mais drástica.
Quanto maior for sua resistência em não aceitar se comunicar com os espíritos, maiores e mais difíceis serão suas provas.
Observe que esses médiuns estão sempre com problemas, seja na área da saúde, familiar, afetiva, profissional – financeira, etc.
Sua vida vai mal e tudo parece estar contra sua felicidade.
No entanto, quando começa a desenvolver (educar) sua mediunidade, praticando-a para ajudar os seus semelhantes, passa a levar uma vida normal e equilibrada…
Mas, por que acontece isso?

Porque há médiuns que precisam dedicar-se em favor do próximo, incorporando entidades espirituais. Escolheram isso antes de reencarnar (embora o véu do esquecimento de seu passado não os deixe se lembrar) e se comprometeram com determinados grupos de entidades espirituais por se sentirem culpados de erros cometidos em uma vida passada e, com isso, minimizar o remorso da consciência.
Porém, se esse médium resiste à sua missão espiritual, sua vida irá se complicar.
Entretanto, é importante esclarecer nesse artigo, que nem todos os médiuns se comprometeram antes de reencarnar à tarefa de incorporar entidades espirituais e ajudar os necessitados, pois há outras formas de auxilio sem precisar incorporar.

Veja abaixo o caso de um paciente que passou pela TRE (Terapia Regressiva Evolutiva – Abordagem psicológica e espiritual breve canalizada por mim através dos espíritos superiores do Astral) e descobriu que seus relacionamentos amorosos não davam certo (terminava o namoro sempre muito machucado e magoado) por não estar exercendo sua mediunidade de incorporação.

Caso Clínico:
Homem de 30 anos, solteiro.

Veio ao meu consultório querendo entender o porquê de seus relacionamentos amorosos não darem certo. Saía desses relacionamentos sempre machucado, magoado, pois se entregava e, no final, era rejeitado, humilhado. Sentia-se usado pelas mulheres.
Não conseguia se envolver com mais ninguém, e o insucesso amoroso o afetara negativamente a ponto de deixá-lo inseguro e com baixa auto-estima. Era espírita – freqüentava um centro Kardecista como assistente, mas nunca tinha incorporado uma entidade espiritual.

Na regressão o paciente me relatou:

“Sinto uma presença espiritual aqui do meu lado (paciente estava deitado no divã). Não o vejo, mas tenho a impressão de ser uma entidade espiritual masculina” (pausa).
- Pede para essa entidade se identificar – peço ao paciente.
(Após a minha pergunta, subitamente notei que o rosto do paciente se alterou, se contraindo – estava incorporando essa entidade espiritual).

Não interessa o meu nome – respondeu o espírito. Mas não se preocupe, não vim fazer mal aqui (referindo-se ao meu consultório).
Na verdade, todo mundo quer vir aqui. Esse cara (paciente), não sabe, mas têm muitas amizades desse lado (das trevas).
Ele não quer ser médium, não quer dar passagem (incorporar) para a gente, não que se envolver.
Agora está dando passagem, incorporando. Não tem jeito, ele quis ficar no muro, mas não adiantou.
Eu sou um de seus amigos do passado. A gente era tudo amigo. Ele era o dono de um prostíbulo na existência passada. Mas amigo é para sempre, inclusive depois que morre.
Ele não discrimina ninguém, amigo para ele é para vida toda. Mas precisava ajudar a gente que está desse lado.
Nosso amigo não quer assumir a responsabilidade de ser médium.
É por isso que a parte afetiva dele não vai para frente. Na verdade, esse cara já foi ruim no passado, ele aprontou muito. Ele explorou muito as prostitutas. A gente freqüentava o prostíbulo dele. As mulheres que ele explorou, maltratou, são as namoradas dele na vida atual. É por isso que hoje elas maltrataram, humilharam ele.
Mas ele é ponta firme, pode contar com ele. As amizades continuam.
Ele não sabe, mas nós somos seus verdadeiros amigos. Ele tem mais amigos aqui, desse lado, do que na vida terrena.
A gente não presta – somos do mesmo covil -, mas ele pode contar com todos nós.
Doutor, ele escolheu ser espírita, mas não quer sentir a gente, fazer uso do compromisso como médium. Ele achava que nunca iria incorporar. Mas veja, agora está me incorporando! (Fala rindo).
O irmão dele está na mesma situação. Ele também é médium, tem um monte de coisa nas costas (espíritos obsessores). É por isso que a vida dele também não anda. Mas o irmão não consegue ouvir, ver as entidades espirituais. Eles vão levá-lo para o buraco se não se cuidar, desenvolvendo sua mediunidade.
Se ele não tomar cuidado, vai embora (desencarnar) ainda esse ano.
Ele tem uma consideração grande pelo irmão. Todas as coisas que não prestam, o irmão tem. Ele tem uns espíritos obsessores que não largam ele (pausa).
Desta vez esse rapaz (paciente) está sentindo o que é incorporar um morto. Vim dar um passeio no plano material. Ele conseguiu encontrar o caminho certo vindo aqui no consultório, mas o irmão dele não. Ele aceitou o passo vindo aqui, só que tem de incorporar.
Doutor, ele pediu a Deus em suas orações para se libertar de seus sofrimentos amorosos e Deus atendeu trazendo-o aqui no consultório.
O lado dele dos relacionamentos amorosos não vai para frente porque ele parou no meio do caminho, não desenvolveu sua mediunidade, esqueceu da gente, se distanciou de nós. Ele esqueceu que tem muitos amigos – nós precisamos dele para sair desse buraco (trevas, escuridão).
E o Homem (Deus) falou que a gente só sai desse buraco se a gente fizer caridade. Mas, para isso, precisamos dele para incorporar. Só assim que vamos poder ajudar as pessoas.
Ele precisa nos ajudar para também a gente ajudá-lo.
Ele até quer ser médium de passagem, mas não quer estudar e escrever livros (psicografar).
Ele veio com esse propósito de ser um médium de passagem, mas não está fazendo a parte dele. Ele precisa voltar para o centro espírita para incorporar a gente e não como vem fazendo, trabalhando como assistente. E os seus amigos de verdade que ficam aqui na escuridão? Daqui para frente ele precisa incorporar porque está todo mundo esperando. Nós também queremos sentir o calorzinho! (referindo-se ao calor do corpo físico). Ele não está cumprindo o que prometeu, não está repartindo o pão!
Ele precisa incorporar também para ajudar o seu irmão.
Doutor, é muito bom estar aqui em seu consultório! Que lugar gostoso!
É muito boa essa musiquinha! (Costumo tocar um CD suave para os pacientes relaxarem na hipnose).
Que gostoso estar do lado de cá!
Como é bom!
O senhor acha justo só ele querer sentir esse calorzinho?
Ele é nosso amigo, mas esqueceu de nós!
Só quer saber dele!
Ele esqueceu do que prometeu?
Que gostoso! (Entidade espiritual fala gritando, se esperneando no divã).
Doutor, eu não sou criança, sou velho, mas sou brincalhão, é muito bom sentir de novo esse corpo quentinho!
Só estou pegando uma caroninha!
Quem sabe agora ele toma vergonha e ajuda a gente!

No final dessa sessão, a entidade espiritual não queria ir embora, disse que esperou muito por esse momento, queria sentir mais um pouco o prazer de estar novamente num corpo carnal. Como tinha extrapolado o horário, resolvi encerrar a sessão. Antes de ir, me agradeceu por essa oportunidade.
Após encerrarmos a sessão (era a 4ª sessão de regressão), o paciente estava surpreso, pois nunca tinha incorporado uma entidade espiritual.
Disse-me que lembrava de tudo o que o espírito desencarnado havia falado, pois descobriu que era um médium de incorporação consciente.
Disse-me ainda que agora tinha se conscientizado de seu verdadeiro propósito de vida, e que estava mais confiante, tranqüilo e sereno.
Compreendeu que foi intuído pela espiritualidade (espíritos superiores do astral) a me procurar para descortinar o “véu do esquecimento” de seu passado e saber o seu verdadeiro caminho.


Abraços Fraternos,
Bruxo Branco

Fonte: Livro”Experiências de Regressão” - Osvaldo Shimoda
Terapeuta, criador da Terapia Regressiva Evolutiva (TRE), a Terapia do Mentor Espiritual.

domingo, 7 de abril de 2013

Palavras de Sabedoria Dalai Lama


Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior. Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar. Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto.

Se existe amor, há também esperança de existirem verdadeiras famílias, verdadeira fraternidade, verdadeira igualdade e verdadeira paz. Se não há mais amor dentro de você, se você continua a ver os outros como inimigos, não importa o conhecimento ou o nível de instrução que você tenha, não importa o progresso material que alcance, só haverá sofrimento e confusão no cômputo final. O homem vai continuar enganando e subjugando outros homens, mas insultar ou maltratar os outros é algo sem propósito. O fundamento de toda prática espiritual é o amor. Que você o pratique bem é meu único pedido.

Determinação, coragem e autoconfiança são fatores decisivos para o sucesso. Não importa quais sejam os obstáculos e as dificuldades. Se estamos possuídos de uma inabalável determinação, conseguiremos superá-los. Independentemente das circunstâncias, devemos ser sempre humildes, recatados e despidos de orgulho.

Seria muito mais produtivo se as pessoas procurassem compreender seus pretensos inimigos. Aprender a perdoar é muito mais proveitoso do que simplesmente tomar de uma pedra e arremessá-la contra o objeto de sua ira. Quanto maior a provocação, maior a vantagem do perdão. É quando padecemos os piores infortúnios que surgem as grandes oportunidades de se fazer o bem a si e aos outros.

A agressão é uma tendência que faz parte do nosso íntimo. Por isso, temos de lutar contra nós mesmos. Homens criados em ambientes rigorosamente não-violentos acabaram se transformando nos mais horríveis carniceiros. O que prova que a semente da mais insana agressividade mora nas profundezas de cada um de nós. Mas nossa verdadeira natureza é de modo geral pacífica. Todos nós conhecemos as agitações da alma humana, que está sujeita a imprevistos assustadores. Mas essa não é a sua força dominante. É possível e é necessário dominar a agressividade.

O que mais nos incomoda é ver nossos sonhos frustrados. Mas permanecer no desânimo não ajuda em nada para a concretização desses sonhos. Se ficamos assim, nem vamos em busca dos nossos sonhos, nem recuperamos o bom humor! Este estado de confusão, propício ao crescimento da ira, é muito perigoso. Temos de nos esforçar e não permitir que a nossa serenidade seja perturbada. Quer estejamos vivenciando um grande sofrimento, ou já o tenhamos experimentado, não há razão para alimentarmos o sentimento de infelicidade.

A felicidade é um estado de espírito. Se a sua mente ainda estiver num estado de confusão e agitação, os bens materiais não lhe vão proporcionar felicidade. Felicidade significa paz de espírito.

É através da arte de escutar que seu espírito se enche de fé e devoção e que você se torna capaz de cultivar a alegria interior e o equilíbrio da mente. A arte de escutar lhe permite alcançar sabedoria, superando toda ignorância. Então, é vantajoso dedicar-se a ela, mesmo que isto lhe custe a vida. A arte de escutar é como uma luz que dissipa a escuridão da ignorância. Se você é capaz de manter sua mente constantemente rica através da arte de escutar, não tem o que temer. Este tipo de riqueza jamais lhe será tomado. Essa é a maior das riquezas.

Quando estiver praticando a caridade, faça-o com alegria e com um semblante radiante. Devemos praticar a caridade com um sorriso no rosto e otimismo no coração.

O aprimoramento da paciência requer a presença de alguém que deliberadamente nos faça mal. Esse tipo de pessoa nos dá a chance de praticarmos a tolerância. A nossa força interior é posta à prova com mais intensidade do que aquela de que o nosso guia espiritual seria capaz. Em essência, o exercício da paciência nos protege da perda da confiança.
(XIV Dalai Lama)


Abraços Fraternos,
Bruxo Branco!

sexta-feira, 5 de abril de 2013

O Sermão da Montanha e o Amor Incondicional


Humildade:
“Bem-aventurados os pobres de espírito”.
O apego material e o apego afetivo são os que mais nos prendem e impedem o nosso crescimento espiritual.

Perseverança:
“Bem-aventurados os que choram”.
Esse chorar é estar se esforçando para transmutar os sentimentos negativos. Não é chorar de tristeza, é chorar de desabafo querendo que o Pai nos dê mais clareza em nossa caminhada.
Paralelamente à estes ensinamentos, devemos praticar a caridade, caso contrário não estaremos colocando em prática os ensinamentos de Jesus.

Mansidão:
“Bem-aventurados os mansos de coração”.
Porque transformam a cólera e a impaciência em quietude e tolerância.
( Há pessoas que precisam impor o que elas acreditam ser verdade, que precisam gritar, sobressair-se…querem impor a “sua verdade” à todos).

Compaixão:
“Bem-aventurados os misericordiosos”.
Porque perdoam, fazem o bem não esperando nada em troca. É preciso perdoar o irmão para poder ser capaz de se perdoar.

Misericórdia:
“Bem-aventurados os limpos de coração”.
Porque tem o coração em paz, na certeza do Pai no seu íntimo.

Resignação:
“Bem-aventurados os que sofrem perseguições”.
Porque compreendem a lei do perdão, aceitam as vicissitudes da vida não revidando as ofensas. Se defendem com sua própria luz, sua própria ação, atitude.
Temos como exemplo, Madre Teresa de Calcutá entre outros.

Fé:
“Bem-aventurados os que são injuriados e perseguidos.”
Porque aceitam, perdoam e amam. A fé precisa ser cultivada, trabalhada, tanto quanto a alegria e o amor. “Quem tem fé não tem medo e quem tem medo não tem fé”.
A fé é fundamental no caminho da luz.
A fé faz com que o nosso ajustador do pensamento se manifeste em nós.


Reflexão:
O êxito espiritual reside acima de tudo no bom aproveitamento das lições vividas em ambas as regiões: no mundo astral e na crosta física.
Quando se liberta do corpo carnal, a alma é obrigada a seguir ao encontro de si mesma e a viver o conteúdo da sua própria consciência imortal, de acordo com sua nobre vivência na Terra.
Nosso desencarne não será um alívio se não nos melhorarmos.
“A cada um será dado conforme as suas obras”.


Paz e luz à todos os irmãos.

Abraços Fraternos,
Bruxo Branco

* Fonte: Texto de Celso Amadeu (grupo de apoio fraterno)