Google+ Confraria do Bruxo: Fevereiro 2013

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A Luz e a Escuridão



"No plano do ego, constantemente nos iludimos ao pensar que ser absolutamente bom é possível. Nunca mais vamos mentir, trapacear, sentir inveja, perder a calma ou ceder à ansiedade. Essa intenção nunca dá certo, porque ser totalmente bom, o tempo todo, é tão rígido quanto ser qualquer outra coisa o tempo todo. Há momentos em que é absolutamente certo e saudável ficar zangado ou sentir medo. A falha no pensamento positivo é que você não pode ser positivo o tempo inteiro. É uma atitude sã lutar contra ditadores, se opor à opressão de todas as formas, dizer a corruptos que eles estão errados, e por aí adiante. A vida apresenta desafios vindos do lado obscuro e não precisamos endemoniar esta sombra; ela é a fonte de quase todos os desafios que valem a pena ser enfrentados.


A ilusão na qual recaímos é pensar que a visa nos força a escolher entre o bem e o mal. Na realidade, há um terceiro caminho, que é ser pleno. Da perspectiva da plenitude, você pode equilibrar a escuridão e a luz sem se tornar escravo de nenhuma delas."



* Fonte: (O Efeito Sombra - Deepak Chopra)




Lembrai-vos queridos irmãos que a escuridão, os momentos difíceis e os obstáculos não são eternos.
Lembrai-vos que precisamos apenas da chama de uma vela para trazer a luz de volta.
Reencontrar o equilíbrio e nunca esmorecer a nossa fé, essa é nossa busca, pois para Deus nosso Pai nada é impossível.
As vezes de tão desesperados e perturbados que estamos, não conseguimos enxergar onde está a luz nem onde está a porta.


Nestes momentos, tentem manter o equilíbrio, orem com toda a fé, não sintam vergonha de pedir auxílio, pois todos são amparados por correntes espirituais, todos atraem para si, através dos pensamentos, energias positivas ou negativas, dependendo de cada um.



Não desistam, não esmoreçam e lembre sempre que o amor, o perdão, a fraternidade, a caridade, a humildade de se doar ao teu próximo, ao teu irmão, tem peso muito maior que todo mal que você possa achar que esteja acontecendo.



Nem todo o caminho é único ou não pode ser desviado, não existe noite que dure para sempre, nem todo dia chove.



Tenham fé, esperança, amor equilíbrio e segurança para que, na hora certa, vocês possam tomar atitudes certas, que muitas vezes podem ser doloridas, mas as mais acertadas.


Abraços Fraternos,
Bruxo Branco

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Chegou a Hora de Despertar


É um filme em forma de documentário, imprescindível nos dias atuais! Para os que se consideram despertos da realidade é uma ótima ferramenta pra organizar as ideias e expandir os horizontes das possibilidades.

Este video lançado em 26 de Janeiro de 2011 é a continuação da trilogia "The Awakening Trilogy" do projeto AwakeningAsOne.com, que produziu os videos "The Call", "The Plan" e "The Prophecy" em 2010 

(Todos videos acima citados serão disponibilizados no blog em breve).




Fonte: http://libertesedosistema.blogspot.com.br/



Abraços Fraternos .:.
Bruxo Branco


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

O SOM DA CURA - Elevação Espiritual

A ideia de que a música pode promover uma união não verbal ganhou apoio adicional de um estudo de 2008, feito pelos neurocientistas Nikolaus Steinbeis, do Instituto Max Planck para Cognição Humana e Ciências Cerebrais, e Stefan Koelsch, da Universidade de Sussex, na Inglaterra. Eles usaram ressonância magnética funcional para mostrar que determinada área do cérebro respondia a acordes, mas não a palavras, em um teste no qual os voluntários escutavam ambos. A região responsiva era o sulco temporal superior: uma parte da superfície cerebral, perto dos ouvidos, que responde a pistas sociais não verbais – como movimentos corporais e olhares. A ativação dessa região indica que a música pode ajudar a forjar laços sociais. Qualquer que seja sua origem, tal coesão é extremamente valiosa para animais comunitários, como nós, e por isso traços que aumentam tal unidade tendem a persistir ao longo das gerações.

A base de nossas impressões conscientes a respeito de um tom são os efeitos fisiológicos. Estudos mostram que a música alegre, tensa ou empolgante pode excitar fisicamente o ouvinte, desencadeando resposta de luta e fuga: as taxas cardíacas e respiratórias aumentam, a pessoa pode suar e a adrenalina penetra na corrente sanguínea. Esse efeito explica por que tantas pessoas gostam de ouvir rock ou hip-hop enquanto fazem ginástica – a música instiga respostas do sistema fisiológico para a execução de movimentos de alta energia. O efeito psicológico também é importante: a distração torna o exercício mais divertido. De forma geral, melodias energizantes tendem a melhorar o humor, nos deixando mais despertos quando estamos cansados e criando sensação de empolgação.

Em ritmo de malhação: batidas fortes ativam sistemas cerebrais e preparam o corpo para executar movimentos que exigem grande desgaste de energia Por outro lado, a música pode acalmar, reduzindo os níveis do hormônio do estresse, o cortisol, na corrente sanguínea, baixando as taxas cardíacas e respiratórias e aliviando a dor. Um exemplo clássico de redução de ansiedade: uma mãe acalentando seu bebê com uma canção. Estudos clínicos também revelam que a música é uma poderosa ferramenta para relaxar os pacientes que sofrerão uma cirurgia, ajuda a controlar a dores e a amenizar a agitação de crianças e pessoas com demência. Em 2000, a enfermeira Linda A. Gerdner, pesquisadora de temas ligados a gerontologia na Universidade do Arkansas para Ciências Médicas, apresentou a 39 pacientes severamente atingidos pelo Alzheimer a música de que gostavam, duas vezes por semana, durante um mês e meio. A canção favorita reduziu os níveis de agitação dos pacientes durante e após a sessão muito mais que as clássicas músicas de relaxamento. Neurocientistas também constataram que ouvir uma música muito apreciada pode reduzir a dor – e esse efeito analgésico persiste por algum tempo quando a música para. E, claro, intuitivamente, as pessoas se automedicam com música o tempo todo. É comum que as pessoas as usem com o propósito de melhorar ou alterar o estado emocional. Cientistas se perguntam se, dada a indiscutível atração humana pela música, seu processamento poderia ter uma raiz única no cérebro, além da “carona” que pega em outros sistemas. A literatura médica registra diversos danos que prejudicaram a capacidade de uma pessoa sentir emoções inspiradas pela música, mas não por outros estímulos. Lawrence Freedman, um amigo de Sacks, por exemplo, perdeu sua paixão por música clássica depois de uma concussão em um acidente de bicicleta. Freedman ainda podia reconhecer os clássicos que costumava adorar e ainda se sentia emocionado por artes visuais e outras experiências, mas a música já não lhe dava prazer algum. Possivelmente, o acidente danificou uma parte do cérebro dedicada especificamente ao entusiasmo por essas formas de expressão, embora ninguém saiba exatamente que área cerebral é essa.

Outros pesquisadores discutem que a música tem origens independentes porque a capacidade de apreciá-la parece já estar definida no nascimento. Vários estudos mostram que muitos bebês prestam rapidamente atenção a canções e parecem preferi-las à fala. Em trabalhos publicados em julho de 2008 na Nature Precedings, as neurocientistas Maria Cristina Saccuman e Daniela Perani, da Universidade Vita-Salute San Raffaele, na Itália, mostraram que a música ativa regiões no cérebro de recém-nascidos de forma semelhante ao que acontece com ouvintes de outras idades. Elas usaram ressonância magnética funcional (RMF) para ver como o cérebro de crianças com 3 dias de vida respondia a música clássica e encontraram um padrão que espelhava o processamento em adultos: o sistema auditivo do hemisfério direito dos pequenos respondia mais fortemente que o esquerdo. Os pesquisadores também alteraram a música, cortando uma parte da peça e pulando para outra nota ou tocando todo o segmento só com batidas. As passagens mais estridentes ativavam o córtex inferior frontal esquerdo dos recém-nascidos, uma área implicada no processamento da sintaxe musical em adultos, e o sistema límbico, responsável pelas respostas emocionais –assim como ocorre nas pessoas mais velhas, o que levou a uma conclusão: o cérebro parece nascer pronto para processar música.

Acredita-se que essa prontidão inata esteja ligada à forma melódica peculiar que adultos usam para falar com bebês. A adoção universal desse recurso levou alguns especialistas a especular que esse pode constituir um momento inicial original tanto para música quanto para linguagem. Especialistas como o arqueólogo cognitivo Steven Mithen, da Universidade de Reading, na Inglaterra, teorizam que a linguagem e a música evoluíram a partir de uma protolinguagem musical usada por nossos ancestrais. Estruturas de cordas vocais de neandertais e outros hominídeos extintos sugerem que eles poderiam cantar. E eles certamente tocavam instrumentos, pois pesquisadores recuperaram flautas pré-históricas feitas de ossos. Talvez nunca saibamos por que a música existe. Ainda assim podemos usá-la para nos animar ou acalmar, amenizar dores e ansiedade ou formar vínculos. Como escreveu Sacks, talvez a música seja o que temos mais próximo da telepatia.

Texto de KAREN SCHROCK
Fonte: www.uol.com.br


Abaixo segue um vídeo com músicas previamente selecionadas para elevar o seu padrão vibracional e equilibrar os hemisférios de seu cérebro.







Abraços Fraternos .:.
Bruxo Branco

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

As Eras Egipcias e as Eras Astrológicas


ERAS EGÍPCIAS


A Magia da Civilização Egípcia é especial e única no mundo. Seus conhecimentos sobre o mundo dos mortos e dos mistérios dos céus, tornaram os egípcios os verdadeiros precursores da Era de Aquarius. Afinal, o nascimento do Egito ocorreu num signo de AR, assim como a Era na qual estamos entrando agora.


ERAS ASTROLÓGICAS


Sacerdotes de antigas civilizações descobriram um aspecto celestial muito curioso. Eles observaram que a Estrela do Norte trocava de posição constantemente e, após 25.750 anos aproximadamente, ela voltava para sua posição "original", num processo cíclico.

A causa fundamental desta troca de posição é o giro que a Terra faz sobre seu próprio eixo (que tem uma inclinação de 23º 27'), num movimento conhecido como precessão dos equinócios. Esse movimento é lento e leva, mais ou menos, 25.750 anos para completar um ciclo.

Um determinado signo é atravessado a cada 2.146 anos (25.750 anos dividido por 12 signos) e durante esse período (ou era astrológica), o signo em questão influencia toda a humanidade. A transição de uma era para outra pode durar de 30 a 250 anos.

Esotericamente, cada era astrológica teve seu Avatar, ou grande mensageiro, que trouxe uma nova filosofia de vida para o momento. O Avatar da era de Touro foi Krishna, o de Áries foi Moisés (ou Akhenaton) e o de Peixes foi Jesus.

Vários povos esperam a vinda de um salvador para esse final de milênio, um Avatar que comandará o Juízo Final, eliminando todos os vícios da antiga civilização (era de Peixes) e preparando o terreno para um novo mundo (era de Aquarius). Esta idéia ainda é reforçada pelos cristãos que esperam novamente a vinda de Jesus.

Se considerarmos que cada era teve seu Mensageiro Divino, a era que inicia agora (Aquarius) também terá o seu. Os sinais de sua chegada já estão no AR.


ERA DE LEÃO (10.914 até 8.768 a.C.)


O fogo representa a transmutação alquímica necessária
para a purificação espiritual. Sua representação é a ave mitológica Fênix que renasce das cinzas, mais pura e mais forte do que antes.

Leão caracteriza aquele (ou aquilo) que está à frente do seu tempo; simboliza o poder real e tem o seu regente Amon-Rá (o Sol).

O ponto marcante da Era de Leão foi o mau uso do fogo (poder material oriundo da avançada tecnologia reinante na época) por parte dos atlantis o que ocasionou os cataclismas (9.500 a.C.) que destruíram o continente perdido descrito por Platão.
Segundo o médium norte-americano Edgard Cayce, a tecnologia moderna é apenas uma redescoberta dos conhecimentos uma vez existentes em Atlântida. Embora, os atlantis estivessem muito avançados cientificamente, muitos perderam o vínculo com o mundo espiritual, tornando-se escravos de seus desejos e emoções (filhos de Bestial). Isto levou à uma divisão e destruição do continente atlântico.

Na realidade, antes da destruição final de Atlântida, muitos atlantis migraram para o Egito e foram absorvidos pela cultura local. Sob o comando de um supremo sacerdote de Atlântida, o Egito começou a desenvolver transformações sociais, éticas, morais e religiosas profundas.

Esotericamente falando, o Egito é um fiel depositário dos conhecimentos sagrados de Atlântida, fato esse que poderia explicar o inexplicável: como um país, encravado no meio de um deserto, pôde construir uma civilização tão avançada e gloriosa enquanto que no resto do mundo as civilizações estavam apenas saindo da barbárie.


ERA DE CÂNCER (8.767 até 6.622 a.C.)


A água é o instinto, a fertilidade, a mediunidade e a purificação. É o único elemento que não possui representação humana, somente animais (Peixes, Câncer/caranguejo e Escorpião).

Câncer cresce a partir de experiências anteriores e representa, com toda sua exuberância e energia, o verão (hemisfério norte).

Atlântida, civilização ápice da era de Leão, foi destruída pelo mau uso da energia (fogo de Leão) e afundou (purificação pela água de Câncer) num local incerto. Seus sobreviventes precisaram usar as características da água (fusão, mistura, dissolução e instinto) e saíram à procura de outros lugares para morar(Egito, Índia, Gália, etc.). Essa epopéia é o ponto principal da Era de Câncer: é a reorganização cultural, o dilúvio universal purificador e a renovação espiritual (novas crenças, religiões e deuses).

É interessante notar que praticamente todos os povos do planeta possuem uma lenda ou mito sobre o dilúvio universal onde a água servia como fonte purificadora das raças. Nesses mitos, toda a civilização pré-diluviana existente era destruída e um novo ciclo de evolução era iniciado com os remanescentes bárbaros (exatamente o que aconteceu na Era de Câncer).



ERA DE GÊMEOS (6.622 até 4.476 a.C.)


O ar represente a liberdade, a elevação espiritual e material do homem. É o único elemento do zodíaco que não possui representação animal. Ar é o elemento mais humano, capaz de criar sociedades, fazer uniões e relações, ler, escrever, aprender, etc.

Gêmeos é representado por dois pilares que representam a bestialidade e a civilidade que o homem pode alcançar. Esotericamente, representa o portal do conhecimento (Mercúrio/Hermes Trimegistro/Thoth).

A era de Gêmeos foi marcada por grandes adaptações, já que, o homem estava saindo da barbárie (era de Câncer).

Curiosamente, observa-se nesse período a existência de várias lendas e mitos relacionados a irmãos gêmeos, entre eles, ressalta-se: Osíris (civilidade) e Seth (bestialidade) no Egito; Abel (civilidade) e Caim (bestialidade) na mitologia cristã.

Podemos, portanto, considerar o nascimento do Egito como ocorrendo na Era de Gêmeos (início da lenda de Osíris e Seth, num contraste típico desse signo: alto desenvolvimento do Império Egípcio (civilidade) contrastando com o quase-barbarismo dos demais povos do mundo (bestialidade).



ERA DE TOURO (4.476 até 2.330 a.C.)


A terra representa a percepção a partir de uma realidade própria (o que ela vê é o que ela conhece). Sua preocupação está na concretização de seus desejos básicos de subsistência.

Touro simboliza a matéria, as necessidades básicas, enfim, tudo aquilo que é tangível. É a busca "frenética" pela segurança.

Na Era de Touro a civilização começou a plantar e a cultivar a terra, abandonando a peregrinação e tornando-se sedentária. Como Touro (Terra) é oposto à Escorpião (Água), observa-se uma inter-relação bastante forte entre esses signos: a civilização teve início com o cultivo da terra (touro), estabelecendo-se sempre próxima a um grande rio ou manancial de água (escorpião).

As grandes religiões ligadas à terra surgiram na Era de Touro. O touro foi um animal adorado em vários lugares, principalmente no Egito, como o boi Ápis e a deusa Hathor. O faraó, como líder religioso, era considerado um deus que se comunicava com as forças espirituais, para trazer prosperidade, segurança e boas colheitas para sua terra.

Como não poderia deixar de ser, as ciências tridimensionais (astronomia, matemática, engenharia, medicina, etc.) começaram seu desenvolvimento em Touro.


ERA DE ÁRIES (2.330 até 184 a.C.)


O fogo representa a transmutação alquímica necessária para a purificação espiritual. Sua representação é a ave mitológica Fênix que renasce das cinzas, mais pura e mais forte do que antes.

Áries simboliza o nascimento, o início, o despertar de uma nova realidade. É a prepotência, a impulsividade a independência.

Áries foi a Era das guerras, das conquistas e do poder pessoal dos reis e faraós. As civilizações ligadas à terra (e a Era de Touro) começaram a declinar, entre elas, o Egito.

Nessa era, novos povos começaram a dominar o panorama mundial: judeus, romanos e gregos, entre outros. O sol (símbolo máximo do fogo) é cultuado por várias religiões.

É interessante notar que o Deus do antigo testamento (vigente neste período) era um deus vingativo, masculino e extremamente ligado ao culto do fogo. Foi através de uma "sarça ardente (fogo)" que este Deus manifestou-se para Moisés e ele era glorificado com o sacrifício de carneiros (áries). O próprio Moisés, ao final da era de Touro, quebra um bezerro de ouro simbolizando o fim de uma era e início de outra.

Moisés (Avatar da Era de Áries) tomou uma atitude ativa e decidida ao conduzir os hebreus para a terra prometida, numa postura típica de ariano, isto é, aquele que não aceita ser apenas um assistente dos fatos e circunstâncias, mas sim, deseja (e é) sempre ser o sujeito principal da ação.

Houve o desenvolvimento de grandes centros de comércio e a metalurgia do ferro tornou-se comum (ferro metal de marte, planeta regente de áries)


ERA DE PEIXES (184 a.C. até 1962 d.C.)


A água é o instinto, a fertilidade, a mediunidade e a purificação. É o único elemento que não possui representação humana, somente animais (Peixes, Câncer/caranguejo e Escorpião).

Peixes contém em si a dualidade: o peixe espiritualizado e mártir e o peixe que foge da realidade. É o signo dos visionários, dos futuristas, mas também dos impressionáveis e influenciáveis.

A Era de Peixes é marcada pelo nascimento de Ichthys (peixe) 

ou Yeshua (salvador), mais conhecido como Jesus. Ele traz a mensagem de um Deus mais bondoso, compreensivo e feminino (típico do elemento água e descrito no Novo Testamento) em contrapartida ao Deus enérgico, irascível e masculino (típico do elemento fogo e descrito no Antigo Testamento) da era anterior, Áries.

A Bíblia cristã é cheia de simbolismo desta era: os apóstolos pescadores, o batismo de Cristo (água), o milagre da duplicação de pães e peixes, etc. Como Jesus é o marco separatório das duas eras (áries/peixes), seus símbolos são o cordeiro e o peixe. Até hoje Cristo é chamado de "o cordeiro de Deus que tirou os pecados do mundo", isto é, redimiu as civilizações da ultrapassada era de Áries e preparou a humanidade para uma nova era que se iniciava (Peixes).

A Era de Peixes aprisionou o Homem em um rígido sistema hierárquico e social (o ter tem mais valor que o ser), do qual ele não conseguiu se libertar. Este aprisionamento foi a causa de muitas lutas religiosas que se observaram nesta era. Por ser um signo de água, Peixes estimulou as conquistas e os descobrimentos marítimos.

Um signo responde ao "chamado" de seu oposto, portanto, o grande problema da era de Peixes foi o esquecimento de seu signo oposto, Virgem; faltou equilíbrio no eixo zodiacal Peixes-Virgem, provocando conseqüências desagradáveis para a humanidade.

Durante Peixes - a era da água (o princípio feminino), desenvolveu-se a Igreja Católica que, como grande MÃE, tinha a função de proteger seu FILHO (o homem) das penalidades impostas pelo severo PAI (Deus). Um dos símbolos usados pela Igreja para acalmar esse Deus (Peixes) foi a Virgem Maria, evidenciando o eixo zodiacal Peixes-Virgem de forma bastante acentuada.

É curioso notar que essa mesma Igreja que renega a astrologia tem todo seu simbolismo baseado em princípios astrológicos.



ERA DE AQUARIUS (1962 até 4.108 d.C.)


O ar represente a liberdade, a elevação espiritual e material do homem. É o único elemento do zodíaco que não possui representação animal. Ar é o elemento mais humano, capaz de criar sociedades, fazer uniões e relações, ler, escrever, aprender, etc.

Aquário dispensa as aparências externas e toma atitude impessoal e objetiva, típica do elemento ar. Tudo que não pode ser mais aproveitado é eliminado. É a procura pelo universal em contrapartida ao individualismo típico de Peixes.

Na Era de Aquarius, signo do elemento ar, novas formas de tecnologia e pensamento irão se impor ao período anterior, pisciano. A partir de 1962 podemos sentir uma influência cada vez maior de aquário: ocultismo, ufologia, faculdades extra-sensoriais, engenharia genética, cibernética, antimatéria, ecologia, etc. É o comportamento original, reformador e progressista desse signo de ar.

Aquarius impulsiona para cima e para frente. A busca pela liberdade global e pessoal se fará presente, a conquista do ar (espaço) será determinante na nova sociedade aquariana, assim como a quebra de velhos dogmas e preceitos da era de Peixes, tais como, hierarquia opressora, o "ter" torna-se mais importante que o "ser", o capitalismo e o socialismo, etc.

Nota-se que a humanidade está mudando. Estamos próximos de uma guinada importante na evolução deste planeta. A proposta da nova Era é criar um mundo novo, de Paz e Amor, começando a mudança pelo coração do homem. Não podemos mais deixar que os outros intercedam por nós (como a Igreja fazia em Peixes), mas sim, precisamos tomar uma atitude mais realista e mudar o nosso próprio "eu"




"Quando a Lua estiver na sétima casa
E Júpiter se alinhar com Marte
Então a paz orientará os planetas
E o amor guiará as estrelas
Esse é o nascer da ERA de AQUARIUS"



Fontes: www.eusouluz.iet.pro.br
            http://pt.wikipedia.org
            O livro Alquímico de Saint Germain

Abraços Fraternos .:.
Bruxo Branco